Assistência Social capacita entrevistadores do Cadastro Único

20/04/2017 - Lara Cavalcante/ Governo do Tocantins

O Governo do Estado por meio da Secretaria do Trabalho e Assistência Social (Setas), capacitou, de 17 a 20 de abril, cerca de 90 entrevistadores de diferentes municípios tocantinenses para o preenchimento adequado do Cadastro Único da Assistência Social.

Segundo a coordenadora estadual do Programa Bolsa Família, Carmem Vendramini, o Cadastro é um dos principais instrumentos de gestão da política de Assistência Social, porque é por meio dele que podem ser identificadas as famílias pobres e extremamente pobres do município, assim como obter informações sobre condições de moradia, saúde e educação de seus integrantes. Sobre a importância do preenchimento qualificado do formulário ela explica: “Nosso objetivo é capacitar esses profissionais, que em sua maioria, foram recém-contratados pelas novas gestões municipais, e assim possibilitar um bom preenchimento do cadastro”, disse a coordenadora.

Para o entrevistador do Cadastro Único de Miracema, Domingos Ubirajara, o treinamento veio na hora certa. “Fui contratado para essa função há um mês e estava com muitas dúvidas, mas com os quatro dias de muito aprendizado, agora estou pronto para colocar em prática”, comemora.

O treinamento abordou técnicas de entrevista, a abordagem adequada das famílias, a postura do entrevistador, a importância do Cadastro Único, os programas que o usam como base, entre outras informações.

De acordo com a entrevistadora, Ana Cristina Moreira, de Pindorama, o curso foi uma oportunidade para tirar suas principais dúvidas. “Tinha dificuldade com alguns conceitos do formulário, mas o treinamento foi bem prático e consegui solucionar todas as minhas dúvidas”, declara.

Sobre o Cadastro Único

O Bolsa Família é apenas um dos programas a que a população de baixa renda pode ter acesso ao se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Mais de 30 Programas e Políticas Sociais usam o Cadastro como base para inclusão de beneficiários.

Para se cadastrar, as famílias devem ter renda mensal de até meio salário mínimo (R$ 394) por pessoa. O formulário é preenchido nas secretarias municipais de assistência social ou nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). A pessoa responsável pela família deve levar o título de eleitor ou o CPF e um documento de cada membro familiar. São mais de 27 milhões de famílias inscritas no sistema.

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