Seminário debate trabalho escravo contemporâneo

07/11/2017 - Cidadania e Justiça/Governo do Tocantins

Com o tema Trabalho Escravo Hoje: Realidade e Desafios, será realizado, nesta quinta-feira, 9, o Seminário do Trabalho Escravo Contemporâneo. O credenciamento para o evento, promovido pela Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) e apoiado pela Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), iniciará às 18 horas, no Auditório Cuíca, na Universidade Federal do Tocantins (UFT).

O seminário contará com a presença dos palestrantes Tiago Cavalcanti, procurador Regional do Trabalho e coordenador Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho (Conaete/MPT), e André Roston, chefe da Divisão e Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae/MPT). Ambos irão abordar sobre os conceitos e a importância da discussão de ações preventivas contra o trabalho escravo. A delegada, chefe do Serviço de Repressão ao Trabalho Forçado, da Polícia Federal, Gabriela Madri, também participará do evento e trará o debate sobre os desafios e os trabalhos realizados pela Polícia Federal no combate ao trabalho degradante.

Frei Xavier Plassat, vice-presidente do Coetrae/TO e organizador do evento, destacou que, na atual realidade em que o Brasil vive, é necessário um debate árduo em torno da continuidade ao combate do trabalho escravo e com relação aos direitos trabalhistas. “A comunidade precisa se informar sobre o que está acontecendo, por isso, nesse evento, contamos com profissionais que vão esclarecer e trazer uma discussão coerente sobre o assunto”, declarou.

O debate será aberto para a comunidade em geral e tem como público-alvo estudantes, membros de movimentos sociais e profissionais do Sistema de Justiça. O evento contará com um certificado de quatros horas.

Coetrae

A Coetrae tem como objetivos coordenar e avaliar a implementação das ações previstas no Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. Também compete, à Comissão, acompanhar a tramitação de projetos de lei no Congresso Nacional e avaliar a proposição de estudos e pesquisas sobre o trabalho escravo no país.

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