Polícia Civil prende médico suspeito de matar ex-esposa em Palmas

12/01/2018 - Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins

A Polícia Civil do Tocantins por intermédio da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), de Palmas, com apoio da Polícia Civil dos estados de São Paulo e Goiás, prendeu, na quinta-feira, 11, o médico Álvaro Ferreira Silva, suspeito de assassinar a professora Daniele Cristina Grohs, cujo corpo foi encontrado no dia 18 de dezembro na residência da vítima, em Palmas.

A ação que resultou na prisão de Álvaro foi comandada pelo delegado titular da DHPP, Pedro Ivo Costa Miranda, e realizada por policiais civis do Tocantins e de Goiás, no momento em que o médico se encontrava no interior de um shopping Center, localizado no município de Anápolis (GO).

“Já estávamos monitorando os passos do suspeito há mais de uma semana e há poucos dias recebemos informações de que o médico estaria na cidade de Campinas (SP). Desta maneira, uma equipe da DHPP de Palmas foi até o município paulista a fim de realizar a prisão do médico”, explicou o delegado.

No entanto, quando os policiais chegaram à cidade, Álvaro já havia tomado um ônibus para o município de Anápolis (GO), onde foi possível localizá-lo e dar cumprimento ao mandado de prisão que havia contra ele. “Ele estava dentro de uma sala de cinema, localizado em um shopping center da cidade”, ressaltou  delegado.

O médico foi conduzido à Central de Flagrantes de Anápolis e, após os procedimentos legais cabíveis, está sendo recambiado para Palmas, a fim de que responda pelas acusações que lhe são imputadas.

Para o delegado Pedro Ivo, a prisão de Álvaro Ferreira é de fundamental importância para que a investigação possa ser concluída com êxito. “A prisão do médico é imprescindível para a conclusão das investigações, tendo em vista que o mesmo relatou, por meio das redes sociais e à imprensa que seria inocente, entretanto, passado 23 dias do ocorrido, ele não procurou nenhum órgão policial para apresentar sua versão dos fatos”, pontuou.

“A prisão decretada é temporária e vale por 30 dias sendo que, durante esse período, esperamos concluir as investigações e esclarecer a verdade dos fatos”, ressaltou o delegado Pedro Ivo.

 

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