Cidadania e Justiça promove cartilha sobre violência contra a pessoa idosa

30/06/2020 - Marcos Miranda/Governo do Tocantins

A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), por meio da Diretoria de Direitos Humanos, está divulgando a Cartilha Violência contra a pessoa idosa. Vamos falar sobre isso? do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a fim de sensibilizar a sociedade para o enfrentamento à violência e fortalecer a Política de Atendimento à Pessoa Idosa.

O material é de iniciativa da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (SNDPI), esclarece dúvidas sobre os tipos de violência praticada contra pessoas idosas e promove a conscientização social sobre este grave problema, instruindo sobre medidas a serem adotadas para prevenir, identificar e denunciar. Além de esclarecer quais são os tipos de violências contra a pessoa idosa, sendo elas: violência física, psicológica, institucional, patrimonial e sexual; negligência, abuso financeiro e discriminação.

De acordo com a gerente de Diversidade e Inclusão da Seciju, Nayara Brandão, a Seciju tem trabalhado ações junto ao público, mas prezando pela segurança, diante da pandemia causada pelo novo Coronavírus. “Na live que fizemos em meados de junho, tratamos das pautas que envolvem o idoso e que estão na cartilha. A cartilha traz esse apontamento que diz respeito a este período de pandemia e da realidade deste público frente à Covid-19”, explicou. Nayara Brandão reforçou que, em todas as ações da Gerência de Diversidade e Inclusão, responsável pela Política de Proteção dos Direitos do Idoso, a cartilha será divulgada.

De acordo com a diretora de Direitos Humanos, Sabrina Ribeiro, a cartilha Violência contra a pessoa idosa. Vamos falar sobre isso? resgata a necessidade de levar a toda à população os cuidados e o respeito a este público. “O material é rico em informações e dados, levando a população a refletir sobre os cuidados voltados aos idosos, sobretudo nestes tempos de quarentena. É importante ressaltar que, além de conhecer, temos que divulgar, pois às vezes nossos vizinhos ou amigos não conhecem os vários tipos de violência que são cometidos contra esta parcela da população”, aponta.

 

Edição: Lenna Borges

Revisão Textual: Marynne Juliate

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